Diogo Pimentão: Collinear Breath

> 26.07.2014

Galeria Múrias Centeno (Lisboa)

A galeria Múrias Centeno apresenta a exposição individual de Diogo Pimentão, ‘Collinear Breath’, no espaço da sua galeria em Lisboa.

No trabalho de Diogo Pimentão observamos o resultado de uma busca continua, assente num questionar permanente dos limites técnicos e teóricos do desenho e da sua potencial transposição para uma tridimensionalidade latente. Da superfície plana irrompem novas formas flexíveis e volumes que refutam hierarquias entre desenho e escultura e contrariam a memória previsível da matéria papel, numa linguagem que incorpora livremente o intencional e o improvisado. O contacto da grafite com o suporte é apenas o ponto de partida para um processo de trabalho que na repetição do gesto se eleva a uma condição performativa com primazia absoluta da forma de representar sobre o objecto representado.

O que nos propõe como obra final são os traços, marcas indeléveis de uma coreografia intuída.

Diogo Pimentão (Lisboa, 1973) vive e trabalha em Londres. Em 2013 apresentou exposições individuais nas galerias Yvon Lambert, Paris; Schleicher Lange, Berlim e “Les Intrus”, (two person show) no Centre dʼArt de la Ferme du Buisson, Noisiel, França. Actualmente prepara a exposição colectiva “Beware Wet Paint”, Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turim. De 2010 até à actualidade participou nas exposições colectivas; “Pliage/Fold”, Gagosian Gallery, Paris; “L’apparition des Images”, Fondation d’Entreprise Ricard, França; “Extended Drawings”, CAB, Bruxelas; “Paper”, MAMAC (Musée d’art moderne et d’art contemporain), Nice; “Traços Pontos e Linhas”, Desenhos da Colecção António Cachola, Elvas, local para onde está a preparar uma exposição individual em 2015; “Arbeiten aus dem Bleistiftgebiet”, Van Horn Gallery, Dusseldorf e “Infinite Fold”, Gallery Thaddaeus Ropac, Paris. Entre outras, encontra-se representado nas colecções: Centro Georges Pompidou, Paris; Collection Lambert, Avignon, França; Pomeranz Collection, Viena, Austria; Fond National d’Art Contemporain, Paris; Fundação Carmona e Costa, Lisboa; Fundação Portugal Telecom, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto; Fundação EDP, Lisboa; Museu de Arte Contemporânea – Colecção António Cachola, Elvas.

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Galeria Múrias Centeno

(C) imagens e texto: cortesia da Galeria Múrias Centeno.

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