Michael Biberstein (1948-2013)

 

Michael Biberstein, Big Wide, 2007, 170 × 290 cm, acrylic / canvas. Private collection, Portugal.

Michael Biberstein (1948-2013) nasceu em Solothurn na Suiça, onde viveu até 1964, altura em que se mudou para os EUA. Aí concluiu a sua formação, da qual se destaca: um ano importante com David Sylvester no Swarthmore College, onde estudou História da Arte. Como pintor, é auto-didacta. Biberstein viveu e trabalhou em Portugal entre 1978 e 2013. O seu trabalho está incluído em diversas colecções públicas e privadas, das quais se destacam: Birmingham Museum of Art, Birmingham, RU; CAM – Centro de Arte Contemporânea da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal; Colecção Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal; CNAP – Centre National des arts plastiques, Ministère de la Culture Francese, Paris, França; Fundação Luso-Americana, Lisboa, Portugal; Fundação Serralves, Porto, Portugal; Hess Art Collection, Califórnia, EUA; Kunstmuseum Aarau, Aarau, Suiça; Kunstmuseum Solothurn, Solothurn, Suíça; Ludwig Forum für Neue Kunst, Aachen, Suíça; Museo Reina Sofia, Madrid, Espanha; Museu Colecção Berardo, Lisboa, Portugal; UniCredit Group Collection, Munique, Alemanha; Whitney Museum of American Art, NY, EUA. 

A Cristina Guerra Contemporary Art (Lisboa) representa o artista.

O artista era casado com a romancista Ana Nobre de Gusmão e vivia em Portugal há cerca de três décadas. Expunha regularmente no nosso país, tendo chegado a apresentar uma grande antologia do seu trabalho no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian, em 2006(ler a notícia do Jornal Público)

Na semana passada, despedi-me do meu amigo Mike Biberstein na Igreja de Santa Isabel, a igreja com um teto de *céu aberto que ele nunca chegou a pintar mas que sabemos como seria, basta olhar as telas com desenhos de nuvens e de céus sombreados por pressá­gios de tempestades, rasgões de claridade. Acho que nunca disse ao Mike, devi­damente, apaixonadamente, como gosta­va da pintura dele, daquela arte que, como disse o Delfim Sardo em Santa Isabel, nos fazia subir ao céu. Nunca dizemos a uma pessoa quanto gostamos dela. Nunca sabemos quando a vemos pela última vez. (..)  Clara Ferreira Alves

aqui o texto completo de Clara Ferreira Alves.

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