Rosa Barba > Subject to Constant Change

Rosa Barba, Subconscious Society, 2013 film still 35mm Courtesy Turner Contemporary.

Rosa Barba, Subconscious Society, 2013 film still 35mm. Courtesy Turner Contemporary.

@ Turner Contemporary (Reino Unido)

até 6 Maio, 2013

‘Subject to Constant Change’ é, até à data, a exposição mais completa do trabalho de Rosa Barba, uma mostra abrangente que nomeia as várias dimensões da sua prática artística, incluindo os mais recentes filmes e uma nova instalação. A obra desta artista visual explora os elementos materiais do cinema, as características físicas do filme e a estrutura da narrativa cinematográfica.

A peça central desta exposição é a nova instalação que inclui o filme – Subconscious Society – que retrata o fim da revolução industrial e o começo da era tecnológica. Filmado em Manchester e Kent, é inspirado na história destes locais, no período que compreende o final do século XIX e início do século XX, Manchester como uma das primeiras cidades industriais e Margate (Kent), relacionada com o surgimento de uma nova cultura – o lazer para as massas. 

Rosa Barba, Subconscious Society, 2013 film still 35mm. Courtesy of Turner Contemporary.

Rosa Barba, Subconscious Society, 2013 film still 35mm. Courtesy of Turner Contemporary.

Trata-se de uma encomenda da Turner Contemporary (Margate, Kent) e da Cornerhouse (Manchester). Foi apresentado em simultâneo, no último centro de artes, entre 26 de Janeiro e 24 Março, e na Turner Contemporary estará patente até 6 de Maio de 2013.

O trabalho de Rosa Barba é apresentado, em conjunto, com uma série de estudos sobre perspectiva – Tuner’s Perspective – do artista Britânico JMW Turner (1775-1851), seleccionados pela artista, e que o próprio efectuou quando era professor de Perspectiva na Royal Academy.

“O meu trabalho não observa a realidade; reinterpreta-a, toma uma determinada direcção, tendo em conta decisões pessoais. Não pretendo colocar questões, tento inventar uma utopia, mostrando os mecanismos políticos e sociais estabelecidos contra os mecanismos técnicos, que são frágeis. O paradoxo que resulta desta tensão é usado para postular uma solução utópica para o problema, uma espécie de magia que pára o tempo e oferece uma visão de outros aspectos ocultos da realidade. Uma leitura alternativa do passado e, também, do futuro”. – Rosa Barba

Rosa Barba, Subject to Constant Change, installation view at Turner Contemporary. Photo David Grandorge. Courtesy of Turner Contemporary.

Rosa Barba, Subject to Constant Change, installation view at Turner Contemporary. Photo David Grandorge. Courtesy of Turner Contemporary.

Rosa Barba, Subject to Constant Change, installation view at Turner Contemporary. Photo David Grandorge. Courtesy of Turner Contemporary.

Rosa Barba, Subject to Constant Change, installation view at Turner Contemporary. Photo David Grandorge. Courtesy of Turner Contemporary. 

Rosa Barba, Subject to Constant Change, installation view at Turner Contemporary. Photo David Grandorge. Courtesy of Turner Contemporary.

Rosa Barba, Subject to Constant Change, installation view at Turner Contemporary. Photo David Grandorge. Courtesy of Turner Contemporary.

Subject to Constant Change is the most comprehensive solo presentation of works by Italian-German visual artist Rosa Barba to date. Barba playfully explores cinema’s material elements: the physical characteristics of film (light, projector, celluloid filmstrip, screen, and sound apparatus) and the structure of cinematic narrative.
Central to the exhibition is a major new multi-platform film installation, Subconscious Society, which considers the end of the industrial age in favour of an age of technology. Filmed in Manchester and Kent, the new commission is inspired by the history of these places in the late 19th and early 20th centuries: Manchester as the first industrial metropolis and Margate and the Kent coast catering to the related rise of a new leisure culture for the masses. 

Barba’s work will be presented alongside a number of perspective studies by JMW Turner chosen by the artist, connecting Barba’s exploration of different viewing positions with Turner’s much earlier investigations, made when he was Professor of Perspective at the Royal Academy.

‘In my work I don’t observe reality; I am reinterpreting it in a certain direction by making very personal decisions. I don’t pose critical questions; I am trying to invent a utopia by showing political and social mechanisms set against technical mechanisms which are themselves fragile. The paradox which results from such a tension is used to posit a utopian solution to the problem, a kind of magic which stops time and offers a slowed-down view of otherwise hidden aspects of reality. It offers an alternative reading of the past and also the future’. – Rosa Barba

Cornerhouse, Manchester: 26 January – 24 March 2013
Turner Contemporary, Margate: 1 February – 6 May 2013
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