ACCORDING TO WHAT?

Ai Weiwei: dropping a Han Dynasty Urn

“I’ve experienced dramatic changes in my living and working conditions over the past few years, and this exhibition has been an opportunity to re-examine past work and communicate with audiences from afar.” Ai Weiwei

“Experienciei, nos últimos anos, mudanças dramáticas nas minhas condições de vida e de trabalho. Esta exposição surge como uma oportunidade para re-examinar o meu trabalho anterior e comunicar com o público à distância.” Ai Weiwei

From top to bottom- Dropping a Han Dynasty Urn, 1995:2009; Colored Vases, 2007-2010. Installation view of Ai Weiwei- According to What? at the Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington D.C., 2012. Photo- Cathy Carver

AI WEIWEI: ACCORDING TO WHAT?

até 24 de fevereiro de 2013 @ Hirshhorn Museum

“…art is not the end but the beginning. Art is not the end. The product is never the end but should be the beginning. Otherwise art has no life” Ai Weiwei

Ai Weiwei, He Xie (detail), 2010– Installation view at the Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington, DC, 2012. Photo- Cathy Carver

Ai Weiwei (n. 1957, Pequim, China) é um dos mais proeminentes e provocantes artistas chineses contemporâneos. Regressou à China, em 1993, depois de viver, mais de uma década, nos Estados Unidos e começou a destacar-se no panorama artístico local. Mais tarde, começa a chamar a atenção da comunidade internacional através das suas intervenções de carácter político que desafiaram o poder Chinês. Apesar da sua recente detenção (prisão domiciliária), durante 81 dias em 2011, o artista continuou a criar, transcendendo a dicotomias entre o Oriente e o Ocidente, focando questões fundamentais como as relações entre arte, cultura, sociedade e experiência individual.

“The so-called contemporary art is not a form but a philosophy of society” Ai Weiwei

Ai Weiwei, Snake Ceiling, 2009. Installation view of Ai Weiwei- According to What? at the Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington D.C., 2012. Photo- Cathy Carver

“When logic and daily experiences are disturbed, the power of art emerges” Ai Weiwei

Esta exposição evidencia a variedade de meios que Ai Weiwei utiliza na sua prática artística: escultura, fotografia, audio, vídeo e instalação. Muitos dos seus trabalhos ironizam, acerca das noções de arte conceitual e minimalista, enquanto outros usam e modificam mobiliário tradicional, cerâmica antiga e objetos do quotidiano, de forma a questionar os valores culturais e a autoridade política chinesa. Nos seus trabalhos mais recentes, destaque para a investigação, que está a realizar, sobre as consequências do terremoto de Sichuan, em 2008, bem como sobre a sua própria detenção e vigilância constante, por parte das autoridades chinesas. Em cada peça, Ai Weiwei destaca o valor e o lugar do indivíduo na sociedade.

Ver aqui vários artigos sobre Ai Weiwei.

Ai Weiwei, Grapes, 2010 Installation view at the Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington, DC, 2012. Photo- Cathy Carver

(C) imagens cortesia: Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington, DC.

artigos relacionados:

The New York Times

World Time

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