Festival Silêncio 2012

de 26 Junho a 1 Julho

Lisboa é Capital da Palavra

Na próxima terça-feira, dia 26, a partir das 18h30, a esplanada do Povo recebe a festa de abertura da 4ª edição do Festival Silêncio, com DJ sets e microfone aberto para todos os que quiserem chegar, participar e fortalecer a palavra dita. 

Festival Silêncio 2012

Numa época em que se valorizam as imagens em detrimento das palavras, o Festival Silêncio pretende dar voz aos criadores num palco transversal aberto à reflexão e ao debate.

Tendo como principais palcos o Cinema São Jorge, o Musicbox, o Povo, a Pensão Amor e a Fundação Saramago, o Festival Silêncio pretende devolver o poder à palavra cruzando-a com as diferentes artes e trazendo a Lisboa grandes nomes da cena literária e artística.

Ao longo do festival, a palavra inscreve-se na vida da cidade pela mão de escritores, músicos, actores, artistas plásticos e cineastas que exploram essa íntima relação com a linguagem. 

Dos concertos aos espectáculos multimédia, das conversas às leituras encenadas, do cinema à poesia, cruzam-se disciplinas, práticas e públicos.

Da programação de espectáculos, destacam-se “Os Poetas – Entre Nós e as Palavras” de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, “Neurotycon” de Pop Del Arte, “Bate Papo” dos Mão Morta e “Irmãos Demónio” com Hélio Morais e Quim Albergaria (Paus), Kalaf e Filho da Mãe. ”A Invenção do Dia Claro” de Almada Negreiros por António Jorge Gonçalves em desenho digital com música de Flak e ”Beat Hotel” por André Gago com a Beat Hotel Band, são também dois espectáculos em estreia absoluta. O Festival conta ainda com o slammer britânico Joshua Idehen e o grupo de spoken word norte-americano 2Morrows Victory.

Destaque ainda para as Conversas do Silêncio — que irão pôr em palco escritores, músicos, artistas e realizadores tais como Rui Zink, Maria do Rosário Pedreira, Mário Zambujal, Nuno Artur Silva, Helena Vasconcelos, Aldina Duarte, João Botelho, entre muitos outros — e Word Docs que reunirá inúmeros documentários sobre escritores de renome — como Marguerite Duras, José Saramago, Herberto Helder ou Julia Kristeva — e a estreia nacional de Words of Advice – William S. Burroughs de Lars Movin.

Ao longo do festival, a palavra inscreve-se na vida da cidade pela mão de escritores, músicos, actores, artistas plásticos e cineastas que exploram essa íntima relação com a linguagem. 

Dos concertos aos espectáculos multimédia, das conversas às leituras encenadas, do cinema à poesia, cruzam-se disciplinas, práticas e públicos num palco transversal aberto à reflexão e ao debate.

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