Hotel Trópico (Luanda)

Residência artística em Luanda (10 a 22 de Abril de 2012)

Hotel Trópico é um projecto desenvolvido em Luanda pela artista Mónica de Miranda, com curadoria de André Cunha.

Promovido pela Xerem, Hotel Trópico conta ainda com a produção de Hugo Salvaterra e colaboração artística do cineasta Tiago Mata Angelino. A iniciativa faz parte de um processo de investigação que assume em Luanda a forma de residência artística e se insere dentro de uma série de outras residências que a artista tem vindo a desenvolver desde há dois anos.

Essas residências, realizadas em lugares distintos e especificos, dão corpo a diferentes narrativas e compõem como que um estúdio itinerante de intercâmbios criativos e espaciais contextualizados dentro de países que foram palco para as múltiplas deslocalizações presentes na biografia da artista. Mais informações aqui.

Monica de Miranda copyright © 2011. Once upon a time (series), 2011 (ongoing), C-prints 100x120cm. Cortesia da artista.

Mónica de Miranda (n. 1976, Porto / Portugal) vive e trabalha em Lisboa e Londres. A sua arte é de natureza participativa e colaborativa. Mónica desenvolveu projetos coletivos e individuais e exposições, tais como: “L’Art est un esporte de combate” (Musée des Beaux Arts de Calais, França, 2011) “ And Then Again” (Museu da Cidade, Lisboa, 2010) “This Location”(Mojo galeria, Dubai, 2010),” She Devil “(Studio Stefania Miscetti, Roma 2010),” Underconstruction and  Novos  territórios “(Pav 28, Lisboa, 2009),” Mundos Locais “(Centro Cultural de Lagos / Allgarve, Portugal, 2008), “London Caravan” (Iniva, Londres, 2008), “Novas geografias” (198 Gallery, Londres / Plataforma Revólver, Lisboa / Imagem HF, Amsterdam, 2007-2008), “Paradise” (Museu de Arte Moderna Hertogenbosh, Holanda, 2007), “Do you Hear me” (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2007), “United Nations” (Singapore Fringe Festival, Singapura, 2007), “Tuning” (File, New Janeiro, 2007). Mónica Miranda participou, também, em vários projetos e residências. Recebeu o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian (2009), DGA-Ministério da Cultura (2009), o Instituto Camões (2008), Arts Council of England (2006), Fundação Oriente (2007). O seu trabalho está representado em colecções nacionais e internacionais.

André Cunha (n.1987, Luanda-Angola) Vive e trabalha entre Luanda e Lisboa. André é curador e está, atualmente, a desenvolver o seu mestrado em Estudos Curatoriais da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e a Fundação Calouste Gulbenkian, sob a orientação do antropólogo José Fernandes Dias. Tem vindo a desenvolver projetos com instituições diversas, como Carpe Diem Arte e Pesquisa, Fundação Calouste Gulbenkian e Galeria Graça Brandão, entre outros. Desde 2011, é  freelancer e desenvolve projetos independentes, com uma nova geração de produtores culturais de Angola.