O Ângelo era um ser livre

© Ângelo de Sousa

Ângelo de Sousa (1938 – 2011)

“O Ângelo era daqueles seres raríssimos sem ego. Quando falava trazia a vertigem consigo. Porque não tinha ego era um ser livre. Porque era livre – das pessoas mais livres que conheci – era imprevisível: não surgia nunca onde o julgavam apanhar. Porque era imprevisível tinha a afectividade nascente e poderosa das crianças. A potência vital. Por isso da sua obra jorra o júbilo único de existir – como uma cor para uma criança, como um movimento que faz existir uma coisa” José Gil (excerto do texto lido no funeral de Ângelo de Sousa, sexta-feira, dia 1, no Porto). fonte: Jornal Público, 4 de Abril

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