Plataforma Revólver
A Plataforma Revólver inaugura
hoje, dia 5 Junho, quatro exposições:
Limbo
Os Culturofagistas
Un Jour Si Blanc
De Tanto Esconder, Esqueci
Limbo
Um projecto de Pedro Cabral Santo e Gustavo Sumpta.
Artistas: Alexandre Estrela, Catarina Saraiva, Eduardo Matos, Élsio Menau, Fernando J. Ribeiro, Gustavo Jesus, Gustavo Sumpta, Maja Escher, Márcio Matos, Nuno Viegas, Pedro Cabral Santo, Teresa Carepo, Tiago Batista, Vasco Lourenço.
Se, por um lado, é verdade que não se pode isolar o trabalho artístico do mundo real, por outro, também não deixa de ser verdade que a sua verdadeira avaliação, e contribuição, diríamos única, também não se deixa afirmar sob um pretenso carácter nobre que incide sobre ele próprio.
Os Culturofagistas
Curadoria: Ana Fonseca e Mara Castilho
Artistas: Ana Fonseca, Gabriela Gusmão, Gustavo Nóbrega, Mara Castilho, Márcio Botner & Pedro Agilson, Rosana Ricalde, Sara & André.
Os Culturofagistas é um projeto entre artistas Portugueses e Brasileiros que aqui toma a forma de uma exposição ancorada na celebração de uma língua comum através da sua poesia. O cais de partida são letras de Samba e Fado. Os artistas foram convidados a revisitarem a sua própria língua e a proceder à criação de uma obra original a partir de um poema musicado.
Un Jour Si Blanc
Inês A
Un jour si blanc nasce no ateliê enquanto lugar de buscas e de possibilidades constantes entre o visível e o invisível. Nasce de erros e de transformações, de imagens inconscientes, de acasos. É nessa procura quotidiana, na reflexão sobre o acto de fazer, que se vão revelando lugares imaginários marcados pelo que cada instante sugere, num processo sem fim. O gesto que leva ao apagamento sucessivo de superfícies e denuncia a transparência da matéria, tenta revelar o que não se vê, o que aparece escondido.
De Tanto Esconder, Esqueci
Inez Teixeira e Dani Soter
De tanto esconder, esqueci é antes de mais nada a vontade de um encontro através da Arte. Um encontro insólito e um desafio: conjugando linguagens diferentes. Dani Soter e Inez Teixeira procuram um diálogo, ao desenvolver um conjunto de trabalhos numa correlação conceptual e criativa. Apresentando um cruzamento de abordagens distintas, esta exposição, parte da intenção de transpor o Tempo, a Memória e o Inconsciente, através da capacidade do esquecimento, território arenoso onde realidade e ficção se fundem e emergem na superfície e que nos leva a entrar por caminhos do imaginário, pelo prazer da descoberta do desconhecido.
Rua da Boavista, 84. Lisboa.



