Galápagos

Galápagos é frequentemente descrito como um ‘laboratório’ da natureza, embora seja mais correcto dizer que é um laboratório sobre o envolvimento da humanidade com o mundo natural. Galápagos demonstra que esse envolvimento não é puramente funcional, mas fundamentalmente cultural.

até 1 Julho de 2012 em exibição aqui

Entre Abril e Julho de 2013 estará patente no CAM, Gulbenkian em Lisboa.

Curadoria: Bergit Arends e Greg Hilty

O arquipélago de Galápagos é um bom exemplo da delicada tensão entre o meio ambiente e a intervenção humana. Durante 5 anos, através de uma residência artística, com início em 2007, 12 artistas visitaram essas ilhas remotas, regressando depois com desenhos, pinturas, filmes, fotografias, esculturas, sons, ideias e conceitos. A exposição que daí resulta oferece-nos uma visão surpreendente e contemporânea sobre a realidade cultural, as várias histórias humanas que daí resultaram e o laboratório vivo que é Galápagos.

Filipa César (Porto, 1975) uma das artistas participantes.

Representada por  Cristina Guerra Contemporary Art.

Paulo Catrica (Lisboa, 1965) outro dos artistas portugueses em exibição.

Artistas: Jyll Bradley, Paulo Catrica, Filipa César, Marcus Coates, Dorothy Cross (with actor Fiona Shaw), Alexis Deacon, Jeremy Deller, Tania Kovats, Kaffe Matthews, Semiconductor (Ruth Jarman and Joe Gerhardt) and Alison Turnbull.

O Programa de Residência Artística e a exposição Galápagos foram organizados pelo Galapagos Conservation Trust em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian e teve o apoio de Charles Darwin Foundation e Natural History Museum, London.

Na imagem de destaque, na outra página: Filipa César Line 7 Area AN5 #1 to #9 from the National Archives, Washington 2011.

Anúncios