Tacita Dean @ Tate Modern

Tacita Dean em exposição na Turbine Hall da Tate Modern em Londres até 11.03.12.

Tacita Dean, Film, 2011, Unilever Series-Turbine Hall, Tate Modern, 2011-2012, 35mm colour anamorphic film, mute, 11 minutes, Photo: J. Fernandes, Tate Photography

Um poema visual surrealista. Uma homenagem ao cinema. 

Tacita Dean (n. 1965, Canterbury, Inglaterra. Vive e trabalha em Berlim). O seu interesse e fascínio pelo cinema é inequívoco. Os seus filmes não obedecem às regras narrativas convencionais, funcionam como retratos ou representações. Nesta exposição – Film – é apresentado um filme mudo, de 11 minutos, projectado sob um monolito gigante branco de 13m de altura. É o primeiro trabalho, da Unilever Series na Turbine Hall da Tate Modern, dedicado à imagem em movimento. Evoca o misterioso monolito presente no filme 2001 Odisseia no Espaço de Stanley Kubrick.

Os seus filmes-retratos expressam algo que a pintura e a fotografia não podem captar. São cinema puro. Evitam qualquer tipo de abordagem académica. Transportam um sentido de tempo, história e lugar, luz e essência do próprio filme.

‘“FILM” was spectacular but not imposing, its silent procession of images odd and intimate. (Emily Eakin, The New Yorker, October, 2011)

Tacita Dean, Film, 2011, Unilever Series-Turbine Hall, Tate Modern, 2011-2012, 35mm colour anamorphic film, mute, 11 minutes, courtesy Frith Street Gallery

“If film is a medium that seemingly lacks a physical presence or substance, and is instead one which flickers and fades phantasmagorically before us and then persists largely in the memory, then this immateriality is echoed in Dean’s films, capturing that which is fugitive or fleeting – light changing, places or people before they vanish, time passing.” (Nicholas Cullinan, The Telegraph, October, 2011)

Tacita Dean, Film, 2011, Unilever Series-Turbine Hall, Tate Modern, 2011-2012, 35mm colour anamorphic film, mute, 11 minutes,

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