Bienal de Veneza 2011 (os vencedores)

Pavilhão Alemão, Christoph Schlingensief, 54ª Bienal de Veneza, 2011

Os vencedores da 54ª Bienal de Veneza 2011 são:

Leão de Ouro

Pavilhão: Pavilhão Alemão (fotografia de cima) com a exposição de Christoph Schlingensief (1960-2010). É uma instalação de arquitetura – réplica da igreja onde ele em criança actuou no coro (a sua primeira experiência de palco como diria mais tarde). Nessa igreja estão projectados vários filmes com os quais ganhou reconhecimento internacional como artista e realizador. A sua escolha para representar a Alemanha foi bastante polémica. Gerhard Richter comentou, publicamente, ser um escândalo o declínio em que se encontra a pintura. Mais tarde, a organização do pavilhão ficou em estado de choque com a sua morte prematura em Agosto de 2010. E, mesmo sem ter finalizado os seus planos de trabalho, a curadora Susanne Gaensheimer decidiu avançar e criou uma exposição que é, em parte, homenagem e retrospectiva da sua obra.

Leão de Ouro 

Artista: Christian Marclay com o filme ‘The Clock’. O filme é construído a partir de momentos, em cinema,onde o tempo é expresso ou quando um personagem interage com um relógio. Marclay extraiu milhares desses fragmentos e editou-os de forma a que eles passem em tempo real.

Christian Marclay, filme ‘The Clock’, 54ª Bienal de Veneza, 2011

 

Leão de prata

Jovem Artista: Haroon Mirza. Reconhecido pelas suas instalações de neon onde aborda questões relacionadas com o exercício do poder e suas consequências.

Haroon Mirza,  54ª Bienal de Veneza, 2011

Haroon Mirza,  54ª Bienal de Veneza, 2011

 

Duas Menções Honrosas:

(1) Pavilhão da Lituânia com “Behind the White Curtain” de Darius Miksys. É uma análise critica  da Lituânia, vista através das artes, nas últimas duas décadas de história.

Pavilhão da Lituânia, “Behind the White Curtain” de Darius Miksys, 54ª Bienal de Veneza, 2011

(2) Klara Liden, artista sueca que trabalha em Berlim. Pelo trabalho ‘Untitled (Trashcan)’. Que leva os visitantes a questionar e reinterpretar o espaço que habitam e os contextos onde se inserem certos objetos do quotidiano.

Klara Liden, Untitled (trash can), 54ª Bienal de Veneza, 2011

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